Sinais que costumam aparecer juntos
- Amanheço com dor ou dificuldade para abrir a boca.
- Aperto ou ranjo os dentes, às vezes sem perceber.
- Sinto travamento ou estalo ao mastigar.
- A dor de cabeça aparece assim que acordo.
- Sinto cansaço muscular na face ao final do dia.
- Tenho dor ou zumbido perto do ouvido, sem explicação clara.
- Já quebrei uma restauração, um dente ou uma placa.
- Já passei por otorrino ou neurologista e não saí com uma resposta.
Isso tem nome: DTM
Disfunção temporomandibular. É o nome clínico para um conjunto de alterações da articulação temporomandibular (ATM) e dos músculos usados para mastigar. Sintomas como dor de cabeça, zumbido, dor no pescoço e desgaste dos dentes podem coexistir com esse quadro ou estar associados a ele, e a avaliação é justamente o que investiga essa relação em cada caso.
Boa parte de quem chega a uma avaliação de DTM já passou por outro profissional antes, e é ali que essa relação começa a ser investigada.
Nem toda dor na mandíbula é igual. Por isso, o tratamento também não deveria ser.
DTM não representa uma única condição. Existem diferentes alterações musculares e articulares e, em alguns pacientes, outros fatores também podem estar relacionados aos sintomas: hábito, postura, estresse, desgaste articular, muitas vezes uma combinação deles.
Bruxismo, DTM e dor não são sinônimos. O bruxismo é o hábito de apertar ou ranger os dentes, muitas vezes sem perceber, e nem sempre aparece como dor: em muitos casos o que aparece é cansaço muscular na face ao longo do dia. Entender o que realmente está acontecendo é essencial antes de indicar qualquer tratamento.
Por isso, antes de indicar placa, procedimento ou qualquer intervenção, o primeiro passo é compreender o diagnóstico e o que pode estar contribuindo para aquele quadro.
A placa pode fazer parte do plano, ao lado de outros recursos, aplicados de acordo com a necessidade de cada caso. O acompanhamento existe como estrutura, e não como um item a mais na lista.
Da avaliação ao acompanhamento
Tudo começa pela avaliação. O plano vem depois dela, construído em etapas ao longo de quatro meses, de acordo com a necessidade de cada caso.
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Questionário antes da consulta.
Um questionário levanta histórico e sintomas antes do primeiro encontro.
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Consulta longa, com explicação visual.
A primeira consulta é mais extensa que o habitual, com o quadro explicado passo a passo.
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Plano construído junto.
Os recursos entram de acordo com a necessidade do caso, nunca por padrão: podem incluir placa e fisioterapia orofacial, entre outros.
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Acompanhamento pelos quatro meses.
O plano é revisto ao longo do período, com retorno e reavaliação.
Quem atende
Dra. Raquel Adriano, cirurgiã-dentista, CRO-PB 4577.
Especialista e Mestre em Prótese Dentária. Atuação dedicada à DTM, à dor orofacial e ao sono. Atuação baseada em evidência clínica, raciocínio diagnóstico e conduta individualizada e conservadora.
Porque, antes de tratar a dor, é preciso entender o que está por trás dela, construindo um caminho para mais função, bem-estar e qualidade de vida.
Tratamento não significa fazer mais. Significa fazer o que é necessário.
Nem todo paciente precisa de placa. Nem todo estalo precisa ser tratado. E nem toda alteração encontrada em um exame explica a dor. A conduta é definida a partir do diagnóstico, dos sintomas e do impacto na vida de cada paciente, priorizando estratégias individualizadas e conservadoras.
O que dá para conferir já na primeira consulta:
- A conversa vem antes da conduta. O questionário chega antes da consulta para que o tempo da primeira consulta seja usado para ouvir, e não para preencher ficha.
- Escala de dor. Ela usa uma escala numérica para explicar o nível da dor durante o atendimento, de um jeito que dá para acompanhar se está melhorando.
- O histórico é registrado desde a primeira consulta e mantido ao longo do acompanhamento.
- A consulta é explicada com apoio visual, para que o paciente entenda o próprio quadro antes de decidir.
Onde e como é o atendimento
O atendimento é na CDO Especialidades, na Av. Gov. Argemiro de Figueiredo, 369, Bessa, João Pessoa.
Agende sua consulta pelo WhatsApp.
*Não atendemos convênios.
Perguntas antes de agendar
Quanto tempo dura o acompanhamento?
Em geral, quatro meses, com ajustes conforme a evolução de cada caso.
O que a avaliação inclui?
Um questionário prévio, uma consulta longa e explicada, e um plano construído a partir do histórico apresentado.
A placa faz parte do tratamento?
Pode fazer, entre outros recursos, quando a necessidade do caso indicar. Não é o único recurso do acompanhamento.
O bruxismo faz parte do que é avaliado?
Faz. O bruxismo costuma aparecer no mesmo quadro, muitas vezes como hábito de apertar ou ranger os dentes, que nem sempre aparece como dor: em muitos casos o que aparece é cansaço muscular na face. Quando há relação com a DTM, o acompanhamento trata os dois juntos.
O acompanhamento cura a DTM?
Não cura, mas a gente pode devolver qualidade de vida ao longo do acompanhamento.
É preciso ter diagnóstico antes de agendar?
Não. A avaliação pode ajudar a identificar o que está relacionado aos sintomas.
É preciso encaminhamento de outro profissional?
Não é obrigatório. Boa parte dos pacientes chega depois de passar por outros profissionais, mas isso não é pré-requisito.
Agende uma avaliação: ela pode ajudar a identificar o que está relacionado à dor, antes de qualquer procedimento.
Atendimento em João Pessoa, com a Dra. Raquel Adriano.
*Não atendemos convênios.